Guilherme, um dos fundadores da irmandade dos alcoólicos Anônimos, começou a ter contato com Deus. Foi Assim:
"Fui até uma Igreja Pentecostal. Havia alguns hinos e orações. Então
Tex,o líder, nos ensinou que sómente Jesus poderia nos salvar. Mas isso não me impressionou. Alguns homens se levanraram e deram seus testemunhos.
Mesmo insensível e cheio de álcool como eu estava, passei a me interessar e a me entusiasmar. Então senti o chamado. Alguns homens estavam se incli-
nando para o corrimão. Sem saber como, mas sentindo um forte impulso, eu também dei um passo a frente. Ebby, um amigo, tentou me agarrar pelo casaco, mas era tarde demais. Eu me ajoelhei em meio àqueles trêmulos pe-
nitentes e acredito que ali, naquele momento, pela primeira vez em minha vi
da, eu também era um penitente. Alguma coisa tinha tocado, mas acredito
que foi mais que isso. Tinha sido atengido. Senti um forte impulso para falar.
Levantei-me e comecei a falar.
Depois, nunca pude me lembrar do que tinha dito. Sabia apenas que estava realmente motivado e que as pessoas pareciam prestar atenção.
Ebby, que a princípio ficara extremamente embaraçado, disse-me aliviado que eu tinha me saído bem e que eu tinha "dado minha vida a Deus".
Mas continuei a beber.
Finalmente fui hospitalizado.
Minha depressão no hospital chegou a um limite insuportável; parecia que eu tinha chegado ao fundo do poço. Eu ainda duvidava seriamente da noção de um Poder maior do que eu mesmo, mas finalmente, por um momento, o último vestígio de minha orgulhosa resistência caiu por terra. de
repente eu me vi gritando: "Se existe um Deus, que ele se mostre ! Eu estou
pronto para fazer qualquer coisa, qualquer coisa".
Subitamente todo o quarto foi iluminado por uma grande luz branca. Eu
me senti tomado de tal êxtase que não existem palavras para descrever.
Parecia-me que eu estava numa montanha e que um vento, não feito
de ar, mas de Espírito, estava soprando, e de repente compreendi que eu era um homem livre.
Mansamente o êxtase foi amainando. Eu estava deitado na cama, mas
por algum tempo estava em outro mundo, um novo mundo de conciência. Por
toda a minha volta e através de mim, havia uma maravilhosa sensação de
Presença, e pensei comigo mesmo: "Então este é o Deus dos pregadores"!
Uma grande paz me envolveu e pensei: "Não importa quão erradas as coisas
possam arecer, ainda assim elas estão certas. As coisas estão bem com Deus
e Seu Mundo".
Embora Guilherme tenha sido bastante tentado, ele nunca mais votou
a beber.
Ele tinha experimentado o despertar espiritual.
¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*
Em 1948, na Universidade de St. Marys, perto de Topeka, Kansas, Esta
dos Unidos, eu ouvi a palestra de um certo Alberto sobre os Doze Passos dos
Alcoólicos Anônimos da qual jamais me esquecerei.
Os pensamentos espirituais eram os seguintes:
Para ficar sóbrio precisamos ter uma conversão, um despertar espiri
tual. Para muitos, essa conversão funciona da seguinte maneira: precisamos admitir que fomos vencidos. Precisamos entregar tudo. Não podemos continuar. Nesse momento sabemos que estamos perdidos. Finalmente,ven -
cidos e caídos,passamos a acreditar que um poder maior do que nós poderá
devolver-nos nossa sanidade. Com o que resta de nossas forças, tomamos a decisão de entregar nossa vida a Deus do modo que o concebemos.
O que é o nascimento, a concepção de Deus?
Deixe-me dar um exemplo de vida em família. Um bom pai provê o di-
nheiro e os meios para viver. A esposa é, de certa forma, passiva. Ela recebe
o dinheiro para tornar a vida familiar possível e feliz. Nesse sentido em que
falo, o pai é ativo e a mãe é passiva. Essa união e trabalho mútuos geram a
concepção de uma família.
Tomemos outro exemplo:
O que é concepção no sexo? É o pai quem, de forma ativa, transmite o
espermatozóide, que fertiliza o óvulo da mãe. Um bebê então e concebido.
Deus,por meio de Seu Espírito, toca ativamente em nós que, passiva-
mente, recebemos o Espírito. Deus é concebido em nós.
O despertar espiritual é o nascimento de Deus dentro de nós.
Tendo tido esta conversão, começamos a nos trabalhar duramente,sem
piedade. Fazemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos
e admitimos diante de Deus, de nós mesmos e de outros a natureza exata de
nossas falhas. Não pomos a culpa nos outros; acusamos a nós mesmos.
Agora estamos prontos para deixar Deus fazer seu trabalho em nós e humildemente lhe pedimos que retire de nós nossas imperfeições.
Tendo terminado conosco, começamos a fazer reparações para com os outros. Examiamos nossas vidas e verificamos a quem ofendemos, vamos
até eles pedir perdão e fazer reparações materiais e continuamos a fazer
esse inventário e essa vida de reparação numa base diária e continua para o
sempre.
Sabemos que somos fracos e por isso cotinuamos a rezar, a meditar
e a procurar apenas a vontade de Deus para nós, e sinceramente pedimos a
força do Espírito para praticar apenas a vontade d"Ele.
E assim, como o apóstolo Paulo, sendo sinceros, nós nos tornamos
abertos a Divina Luz e continuamos a viver esta conversão todos os dias.
Custe o que custar, permanecemos sóbrios e a sobriedade é um fruto do
Espírito (Gl5,22)
Desde 1948, apesar de eu não ser um alcoólatra, tenho pessoalmen
te tentado, embora com passos titubeante, viver a essência da palestra de Alberto. Estas mesmas idéias são encontradas nos Doze Princípios de Amor
Exigente, na Bíblia e no dogma e na espiritualidade da Igreja à qual pertenço.
Existem muitos caminhos da espiritualidade, mas para mim a semente da verdadeira espiritualidade está contida naquela palestra de 1948,
que se iniciou com o despertar espiritual de Guilherme em 1935. Milhões de
grandes homens e mulheres praticam esse tipo de espiritualidade e permane-
cem sóbrios e serenos.
Essa grande irmandade dos milhões de pessoas químicamente de-
pendentes em recuperação me faz lembrar a vida de Paulo e como ele fundou
várias comunidades. Essa irmandade imita o exemplo da Virgem Maria. Acima
de tudo, essas idéias são uma continuação dos ensinamentos e da vida de
Jesus Cristo, o filho de Deus,que mandou o Espírito Santo para ser nosso
advogado e consolador.
Na Bíblia, encontramos o fundamento dessa nova atitude.
1°) Admitimos que éramos impotentes perante o álcool e a droga que
tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
Mateus 9,36
Romanos 7,18-20
Salmos 6,2-4
Salmos 31,9-10
2°) Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos poderia
devolver-nos a sanidade.
Mateus 12,18-21
Marcos 9,23.24
Lucas 13,10-13
João 12,46
3°) Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus,
na forma em que oconcebiamos.
Mateus 11,28-30
Mateus 16,21-26
Efécios 2,8.9
Salmos 3,5.6
4°) Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
Mateus 23,23-28
Lucas 12,1-6
Romanos 12,1-6
I Coríntios 10,3-5
5°) Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser
humano a natureza exata de nossas falhas.
Lucas 15,17-20
Atos 19,18
2 Coríntios 10,3-5
6°) Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses
defeitos de caráter.
Romanos 6,11.12
Efésios 4,17-23
Colossenses 3,5-8
I Pedro 1,13-16
7°) Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.
Marcos 18,4
Atos 3,19
Hebreus 12,5-11
I Pedro 5,6.
8°) Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado
e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
Mateus 18,21-35
Lucas 6,37.38
Lucas 19,8
João 13,34.35
9°) Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre
que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou
a outrem.
Mateus 5,9
Romanos 15,2
Filipenses 1,9-11
Colossenses 4,5.6
Salmos 51,14.1
10°) Continuamos fazendo o inventário pessoal e , quando estávamos
errados, nós admitíamos prontamente.
Marcos 14,38
Romanos 12,3
Tessalonicenses 5,17-22
Hebreus 2,1-3
11°) Procuramos, por meio da prece e da meditação, melhorar nosso contato
conciente com Deus, na forma em que o concebíamos, rogando apenas
o conhecimento de sua vontade em relação a nós, e forças para
para realizar essa vontade.
João 4,13.14
Romanos 8,26-28
Gálatas 2,20
Filipenses 4,6-9
Tito 3,1-7
12°) Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a este passos
procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólatras e toxicõmanos
e praticar estes princ´pios em todas as nossas atividades.
Marcos 5,18-20
I Coríntios 9,22-27
I Coríntios 15,10
I Timóteo 1,12-16
Pe. Haroldo J. Rahn, SJ
Postado por: Gerson A. Bueseke gersonsbuesekes@gmail.com
avidanoumadroga.blogspot.com
"Fui até uma Igreja Pentecostal. Havia alguns hinos e orações. Então
Tex,o líder, nos ensinou que sómente Jesus poderia nos salvar. Mas isso não me impressionou. Alguns homens se levanraram e deram seus testemunhos.
Mesmo insensível e cheio de álcool como eu estava, passei a me interessar e a me entusiasmar. Então senti o chamado. Alguns homens estavam se incli-
nando para o corrimão. Sem saber como, mas sentindo um forte impulso, eu também dei um passo a frente. Ebby, um amigo, tentou me agarrar pelo casaco, mas era tarde demais. Eu me ajoelhei em meio àqueles trêmulos pe-
nitentes e acredito que ali, naquele momento, pela primeira vez em minha vi
da, eu também era um penitente. Alguma coisa tinha tocado, mas acredito
que foi mais que isso. Tinha sido atengido. Senti um forte impulso para falar.
Levantei-me e comecei a falar.
Depois, nunca pude me lembrar do que tinha dito. Sabia apenas que estava realmente motivado e que as pessoas pareciam prestar atenção.
Ebby, que a princípio ficara extremamente embaraçado, disse-me aliviado que eu tinha me saído bem e que eu tinha "dado minha vida a Deus".
Mas continuei a beber.
Finalmente fui hospitalizado.
Minha depressão no hospital chegou a um limite insuportável; parecia que eu tinha chegado ao fundo do poço. Eu ainda duvidava seriamente da noção de um Poder maior do que eu mesmo, mas finalmente, por um momento, o último vestígio de minha orgulhosa resistência caiu por terra. de
repente eu me vi gritando: "Se existe um Deus, que ele se mostre ! Eu estou
pronto para fazer qualquer coisa, qualquer coisa".
Subitamente todo o quarto foi iluminado por uma grande luz branca. Eu
me senti tomado de tal êxtase que não existem palavras para descrever.
Parecia-me que eu estava numa montanha e que um vento, não feito
de ar, mas de Espírito, estava soprando, e de repente compreendi que eu era um homem livre.
Mansamente o êxtase foi amainando. Eu estava deitado na cama, mas
por algum tempo estava em outro mundo, um novo mundo de conciência. Por
toda a minha volta e através de mim, havia uma maravilhosa sensação de
Presença, e pensei comigo mesmo: "Então este é o Deus dos pregadores"!
Uma grande paz me envolveu e pensei: "Não importa quão erradas as coisas
possam arecer, ainda assim elas estão certas. As coisas estão bem com Deus
e Seu Mundo".
Embora Guilherme tenha sido bastante tentado, ele nunca mais votou
a beber.
Ele tinha experimentado o despertar espiritual.
¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*¨*
Em 1948, na Universidade de St. Marys, perto de Topeka, Kansas, Esta
dos Unidos, eu ouvi a palestra de um certo Alberto sobre os Doze Passos dos
Alcoólicos Anônimos da qual jamais me esquecerei.
Os pensamentos espirituais eram os seguintes:
Para ficar sóbrio precisamos ter uma conversão, um despertar espiri
tual. Para muitos, essa conversão funciona da seguinte maneira: precisamos admitir que fomos vencidos. Precisamos entregar tudo. Não podemos continuar. Nesse momento sabemos que estamos perdidos. Finalmente,ven -
cidos e caídos,passamos a acreditar que um poder maior do que nós poderá
devolver-nos nossa sanidade. Com o que resta de nossas forças, tomamos a decisão de entregar nossa vida a Deus do modo que o concebemos.
O que é o nascimento, a concepção de Deus?
Deixe-me dar um exemplo de vida em família. Um bom pai provê o di-
nheiro e os meios para viver. A esposa é, de certa forma, passiva. Ela recebe
o dinheiro para tornar a vida familiar possível e feliz. Nesse sentido em que
falo, o pai é ativo e a mãe é passiva. Essa união e trabalho mútuos geram a
concepção de uma família.
Tomemos outro exemplo:
O que é concepção no sexo? É o pai quem, de forma ativa, transmite o
espermatozóide, que fertiliza o óvulo da mãe. Um bebê então e concebido.
Deus,por meio de Seu Espírito, toca ativamente em nós que, passiva-
mente, recebemos o Espírito. Deus é concebido em nós.
O despertar espiritual é o nascimento de Deus dentro de nós.
Tendo tido esta conversão, começamos a nos trabalhar duramente,sem
piedade. Fazemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos
e admitimos diante de Deus, de nós mesmos e de outros a natureza exata de
nossas falhas. Não pomos a culpa nos outros; acusamos a nós mesmos.
Agora estamos prontos para deixar Deus fazer seu trabalho em nós e humildemente lhe pedimos que retire de nós nossas imperfeições.
Tendo terminado conosco, começamos a fazer reparações para com os outros. Examiamos nossas vidas e verificamos a quem ofendemos, vamos
até eles pedir perdão e fazer reparações materiais e continuamos a fazer
esse inventário e essa vida de reparação numa base diária e continua para o
sempre.
Sabemos que somos fracos e por isso cotinuamos a rezar, a meditar
e a procurar apenas a vontade de Deus para nós, e sinceramente pedimos a
força do Espírito para praticar apenas a vontade d"Ele.
E assim, como o apóstolo Paulo, sendo sinceros, nós nos tornamos
abertos a Divina Luz e continuamos a viver esta conversão todos os dias.
Custe o que custar, permanecemos sóbrios e a sobriedade é um fruto do
Espírito (Gl5,22)
Desde 1948, apesar de eu não ser um alcoólatra, tenho pessoalmen
te tentado, embora com passos titubeante, viver a essência da palestra de Alberto. Estas mesmas idéias são encontradas nos Doze Princípios de Amor
Exigente, na Bíblia e no dogma e na espiritualidade da Igreja à qual pertenço.
Existem muitos caminhos da espiritualidade, mas para mim a semente da verdadeira espiritualidade está contida naquela palestra de 1948,
que se iniciou com o despertar espiritual de Guilherme em 1935. Milhões de
grandes homens e mulheres praticam esse tipo de espiritualidade e permane-
cem sóbrios e serenos.
Essa grande irmandade dos milhões de pessoas químicamente de-
pendentes em recuperação me faz lembrar a vida de Paulo e como ele fundou
várias comunidades. Essa irmandade imita o exemplo da Virgem Maria. Acima
de tudo, essas idéias são uma continuação dos ensinamentos e da vida de
Jesus Cristo, o filho de Deus,que mandou o Espírito Santo para ser nosso
advogado e consolador.
Na Bíblia, encontramos o fundamento dessa nova atitude.
1°) Admitimos que éramos impotentes perante o álcool e a droga que
tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
Mateus 9,36
Romanos 7,18-20
Salmos 6,2-4
Salmos 31,9-10
2°) Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos poderia
devolver-nos a sanidade.
Mateus 12,18-21
Marcos 9,23.24
Lucas 13,10-13
João 12,46
3°) Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus,
na forma em que oconcebiamos.
Mateus 11,28-30
Mateus 16,21-26
Efécios 2,8.9
Salmos 3,5.6
4°) Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
Mateus 23,23-28
Lucas 12,1-6
Romanos 12,1-6
I Coríntios 10,3-5
5°) Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser
humano a natureza exata de nossas falhas.
Lucas 15,17-20
Atos 19,18
2 Coríntios 10,3-5
6°) Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses
defeitos de caráter.
Romanos 6,11.12
Efésios 4,17-23
Colossenses 3,5-8
I Pedro 1,13-16
7°) Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.
Marcos 18,4
Atos 3,19
Hebreus 12,5-11
I Pedro 5,6.
8°) Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado
e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
Mateus 18,21-35
Lucas 6,37.38
Lucas 19,8
João 13,34.35
9°) Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre
que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou
a outrem.
Mateus 5,9
Romanos 15,2
Filipenses 1,9-11
Colossenses 4,5.6
Salmos 51,14.1
10°) Continuamos fazendo o inventário pessoal e , quando estávamos
errados, nós admitíamos prontamente.
Marcos 14,38
Romanos 12,3
Tessalonicenses 5,17-22
Hebreus 2,1-3
11°) Procuramos, por meio da prece e da meditação, melhorar nosso contato
conciente com Deus, na forma em que o concebíamos, rogando apenas
o conhecimento de sua vontade em relação a nós, e forças para
para realizar essa vontade.
João 4,13.14
Romanos 8,26-28
Gálatas 2,20
Filipenses 4,6-9
Tito 3,1-7
12°) Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a este passos
procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólatras e toxicõmanos
e praticar estes princ´pios em todas as nossas atividades.
Marcos 5,18-20
I Coríntios 9,22-27
I Coríntios 15,10
I Timóteo 1,12-16
Pe. Haroldo J. Rahn, SJ
Postado por: Gerson A. Bueseke gersonsbuesekes@gmail.com
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