
Algumas vezes o intervalo entre as notas desconexas é preenchido por uma nota intermediaria formando uma sintonização consonante. Por exemplo, a discórdia entre marido e mulher pode ser resolvida com o elo de uma criança ou a discórdia entre irmãos e irmãs pode desaparecer com a interversão da mãe ou do pai. Desta forma, embora duas pessoas não se harmonizem, a formação de uma sintonização consonante por um elo intermediário cria a harmonia. Um tolo é uma nota inflexível enquanto que uma pessoa inteligente é flexível. O inflexível é obstinado em suas ideias, gostos, adversões e convicções, certos ou errados, enquanto que o flexível torna isto tudo em agudos ou graves, elevando ou abaixando o tom e diapasão, harmonizando-se com outra pessoa conforme a ocasião. A nota chave está sempre em harmonia com todas as notas da escala em si. Da mesma forma o Sufi harmoniza-se com todos, bons ou maus, sábios ou tolos, para isso transformando-se numa nota-chave.
Todas as raças, nações, classes e pessoas são como uma corda onde a nota-chave, o interesse comum mantém tantas personalidades numa simples cadeia de harmonia. Por um estudo sobre a vida o Sufi aprende e pratica a natureza de sua harmonia. Cria harmonia consigo mesmo, com os outros, com o universo e com o infinito. Identifica-se com os outros, vê-se a si próprio e por assim dizer em qualquer outro ser. Não se incomoda com a culpa ou com o elogio, considerando ambos como provenientes de si mesmo. Se uma pessoa deixa cair um peso grande e machucar o seu pé, não deve culpar sua mão por ter deixado cair o peso, realizando-se na mão e no pé. Da mesma forma o Sufi é tolerante quando se vê prejudicado por alguém, pensando que o dano veio dele somente. Usa o contra ponto misturando a conversa indesejável de um amigo e transformando-a numa fuga.
O Sufi fecha os olhos para as faltas alheias levando em consideração que eles não conhecem nada melhor. Esconde a falta dos outros e suprime qualquer fato que poderia criar desarmonia. Sua luta constante é com o Nafs (o ego) que é a origem de toda desarmonia e o único inimigo do homem. Esmagando este inimigo o homem consegue o domínio de si próprio e faz com que conquiste o domínio de todo o universo porque o muro entre ele e o Todo-Poderoso foi derrubado. A nobreza, doçura, respeito, humildade, modéstia, abnegação, consciência, tolerância e perdão são considerados pelo Sufi atributos que produzem harmonia dentro de sua própria alma e também dentro da alma dos outros. A arrogância, ira, vício, avidez, apego e ciúmes são as seis principais causas da desarmonia.
O Nafs, o único criador de desarmonia, torna-se mais poderoso quanto mais são satisfeitos seus desejos mais contente fica. A princípio demonstra sua sua satisfação por ver satisfeitos seus desejos, mas logo depois exige mais até que a vida se torne um fardo. O sábio descobre que é este inimigo é o instigador de todos os males, mas todo mundo culpa os outros por seus infortúnios na vida. (hasrat inayat khan). gersonsbuesekes@gmail.com
Todas as raças, nações, classes e pessoas são como uma corda onde a nota-chave, o interesse comum mantém tantas personalidades numa simples cadeia de harmonia. Por um estudo sobre a vida o Sufi aprende e pratica a natureza de sua harmonia. Cria harmonia consigo mesmo, com os outros, com o universo e com o infinito. Identifica-se com os outros, vê-se a si próprio e por assim dizer em qualquer outro ser. Não se incomoda com a culpa ou com o elogio, considerando ambos como provenientes de si mesmo. Se uma pessoa deixa cair um peso grande e machucar o seu pé, não deve culpar sua mão por ter deixado cair o peso, realizando-se na mão e no pé. Da mesma forma o Sufi é tolerante quando se vê prejudicado por alguém, pensando que o dano veio dele somente. Usa o contra ponto misturando a conversa indesejável de um amigo e transformando-a numa fuga.
O Sufi fecha os olhos para as faltas alheias levando em consideração que eles não conhecem nada melhor. Esconde a falta dos outros e suprime qualquer fato que poderia criar desarmonia. Sua luta constante é com o Nafs (o ego) que é a origem de toda desarmonia e o único inimigo do homem. Esmagando este inimigo o homem consegue o domínio de si próprio e faz com que conquiste o domínio de todo o universo porque o muro entre ele e o Todo-Poderoso foi derrubado. A nobreza, doçura, respeito, humildade, modéstia, abnegação, consciência, tolerância e perdão são considerados pelo Sufi atributos que produzem harmonia dentro de sua própria alma e também dentro da alma dos outros. A arrogância, ira, vício, avidez, apego e ciúmes são as seis principais causas da desarmonia.
O Nafs, o único criador de desarmonia, torna-se mais poderoso quanto mais são satisfeitos seus desejos mais contente fica. A princípio demonstra sua sua satisfação por ver satisfeitos seus desejos, mas logo depois exige mais até que a vida se torne um fardo. O sábio descobre que é este inimigo é o instigador de todos os males, mas todo mundo culpa os outros por seus infortúnios na vida. (hasrat inayat khan). gersonsbuesekes@gmail.com