11 março 2012

















 AMOR EXIGENTE




     12° Princípio: Amor     



     - Que é amor?
     - Amor é um sentimento de doação... de bondade...de desprendimento... Sim ...
     - Mas amor é dar? Facilitar tudo?
     - No AE não pensamos assim ...
     Para entender melhor, vamos aprofundar, vamos tentar perceber o verdadeiro sentido do
     do Amor-Exigente.
     Em português conhecemos:

     Gostar:  achar bom, sentir prazer. Gostar vem do latim gustare, gosto, sabor ou diferentes formas de  
                   prazer. Por exemplo: gostar de saber novidades.
      Amar:   ter amor, querer muito bem, ter afeição, apreciar muitíssimo.

     São duas palavras diferentes que, em essência, dizem mais ou menos a mesma coisa... 
     Quando se tem um filho problemático, amar é um grande desafio, mas perfeitamente possível.

     Deseje amar...

     Se, racionalmente, você o desejar, se se dispuser a amar, se disciplinar seu modo de sentir e de pensar,
     se não ficar esperando retribuição, alegria, realização, vai consegui-lo.

     E seria tão bom amar assim...  Viver o amor é viver a própia libertação, a felicidade, a paz!

     No Amor-Exigente, o amor deve vir antes da exigência... E deve ser um amor aberto, pronto para dar
     e receber, traduzindo em gestos, em atitudes de:

     Paciência - Compreensão - Respeito. 

     No Amor Exigente, o amor:

     Compreende e respeita o outro.
      Não tem egoísmo nem comodismo. 
     Exige, orienta, educa.

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             No mês de dezembro o  Amor-Exigente trabalha o Décimo Segundo princípio básico - AMOR -
com os usuários em recuperação, seus familiares, e pais na prevenção, porque só o amor no sentido     da
palavra, não traz benef´cios para todos eles que necessitam de ajuda. 

              Amor de pais para filhos, torna-se muitas vezes em amor que corrompe, que estraga, que facilita
o acontecimento de coisas ruins.
              O amor dos pais é direcionado aos filhos através da educação. Seus exemplos no dia a dia são
como metas colocadas no decorrer da construção da cidadania familiar, onde os pais falam a mesma língua
valorizam as qualidades de cada um, trabalham seus defeitos, criando e mantendo a auto estima, para  que
haja uma mudança de comportamento, onde as perdas e ganhos, provocam a harmonia familiar. Só é  ne-
cessário não ter medo para que a baixa auto estima não gere sentimento de culpa.  

               Sabemos de quem ama cuida, provê, educa, dentro de uma normalidade, pois tudo que é exces-
so acaba em obrigação.

                Amor equilibrado - no momento em que um filho se desvia do caminho certo ajudará   mudar 
nossas posturas e tomadas de atitudes diante da vida, mesmo quando achamos que não tem mais jeito.

               Amor que dá côr a nossa vida, olhos positivos para com as pessoas, ou estaremos dando chance
para as coisas negativas. A nossa postura é que nos faz acordar para a vida.

               Amor familiar, implica em abdicação de costumes, mudança de comportamento dentro do núcleo
familiar para que aquele que se desgarrou, possa se sentir seguro e voltar.

               Quando a criança nasce, recebe amor gratuito, mas a mãe e a vó exageram, deixando pular  eta-
pas do amor que exige. 

                AMOR só não basta, precisamos passar valores e não preparar nossos filhos para uso de drogas. 

                Amar é ser feliz, é estar bem com o que têm e não com o que não têm. A educação não se faz
no grito, na agressão, mas sim nas rédeas curtas.

                Amar é cuidar, é proteger o futuro, é não abandonar, não desistir, não perder a esperança   da   vida tornar a ser bela.  



-------------------------------- Postado por: Gerson A. Bueseke...........................................................   


                                     





         
    

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